Ele me pediu o celular emprestado: duas semanas depois, a mensagem dele me destruiu.

Uma mensagem de um número desconhecido: "Minha esposa morreu naquela noite. Obrigado por me deixarem me despedir."

Congelei.

O mundo ao meu redor parecia silencioso. Fiquei ali sentado com o celular nas duas mãos, encarando as palavras que pareciam pesadas demais para uma tela.

Meu peito apertou e, de repente, o pequeno favor que fiz a um estranho pareceu enorme, como se eu, sem saber, tivesse segurado uma porta aberta para alguém à beira do abismo.

Eu não sabia como reagir. Não sabia se o que eu havia escrito faria alguma diferença. Mas eu sabia de uma coisa: aquele pequeno momento na estação de trem — uma pequena decisão de confiar em alguém — havia dado a um marido suas últimas palavras para a mulher que amava.

E lá estava eu, segurando meu celular como se fosse algo sagrado, percebendo como um simples adeus pode ser frágil e precioso.

Nota: Esta história é uma obra de ficção inspirada em eventos reais. Nomes, personagens e detalhes foram alterados. Qualquer semelhança é mera coincidência. O autor e a editora se isentam de qualquer responsabilidade pela precisão e confiabilidade das informações aqui contidas. Todas as imagens são meramente ilustrativas.

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